A REVOLUÇÃO DA INTERNET DAS COISAS
(revista VEJA - 22 janeiro 1914)
...E vi subir da terra outra besta... E exerce todo o poder da primeira... E faz grandes sinais... E engana os que habitam na terra... E foi-lhe concedido que desse espírito à imagem da besta... E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, que lhes seja posto um sinal na mão direita ou na testa, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o número do seu nome." - (Apocalipse 13: 11-17).
Reportagem da revista VEJA - edição 2357 do dia 22 de janeiro de 2014
Isso chama-se: CONTROLE TOTAL.
Graças aos avanços extraordinários da nanotecnologia, em pouco tempo será possível inserir marcadores de IP em forma de microchips nas células dos seres humanos. - IMPACTO INDIVIDUAL = Com órgãos e células conectados à internet, passando e recebendo informações, os problemas de saúde poderão ser mais facilmente previstos e evitados
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| Sede da Microsoft em Remond |
AGORA O MAIS INTERESSANTE...
Há hoje, experiências interessantíssimas do bom uso da internet plugada em objetos.
- Em sua sede na cidade de Redmond, nos Estados Unidos, a Microsoft montou o modelo de uma residência futurista. Nela, sensores detrectam quando o pai da família entra pela porta e ativam, pela rede wi-fi, um sistema de aviso sonoro, que pode dizer, por exemplo, que a mulher ainda não retornou do trabalho, e está, naquele momento, na farmácia, a 2 quilômetros de distância. Algo possível de deduzir pela conexão com o GPS do smartphone dela. Na cozinha, a geladeira avisa se há algo faltando, como suco de laranja ou comida para o jantar. Se não tem margarina, por exemplo, pergunta ao dono da casa se ele não quer que ela, a geladeira, faça compras no site de um supermercado e peça que seja entregue no dia seguinte, antes do horário do café da manhã. Na casa do futuro da Microsoft, tudo é conectado.
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| Alex Hawkinson |
A reportagem termina com a seguinte nota:
Um dia, e ele não está tão longe assim, exemplos como esses de aplicação da internet das coisas serão tão banais que nem mais os perceberemos - como se fossem o oxigênio que respiramos sem nos dar conta, a não ser quando falta. Teremos chegado, enfim, à máxima racionalização da vida.
Com toda essa tecnologia a disposição, só precisa de alguém, que colocado no posto certo, controle tudo e todos. Nunca o mundo esteve tão vulnerável e propício a um ditador. Ou será a um ANTI-CRISTO?


